
O filme de gaja é um interminável tema para guiões, nas suas mais bizarras vertentes. Têm um ponto comum, que é o final feliz com neve à lareira, casamentos e onde até os mais infelizes arranjam uma tampa para a sua panela. Neste caso é a história de uma rapariga que se apaixona pela cunhada. Lesbianismo, portanto! Agora que vos chamei a atenção vou prosseguir para a minha apreciação final.
Um filme de gaja ocasional nunca fez mal a ninguém, desde que consumido com moderação. Neste caso com lésbicas torna-se ainda mais interessante. Mas não se ponham para aí a imaginar cenas de sexo de miúdas cobertas de óleo de coco em câmara lenta. Nada disso. É bem pudico. Por isso optei por ver depois o clássico “Caves húmidas em Cio 16″.
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