…ou “Como pegar numa respeitada personagem do mundo cinematográfico e a arrastar pelos fedorentos lodos da ordinarisse bubble gum do cinema mainstream“!

Hannibal deveria ter-se ficado, no cinema, pelo Silêncio dos Inocentes. Tudo o resto são reles desculpas saca-euros para nos atormentar. Hannibal Rising é uma prequela, que nos conta a história de um jovem Lecter e nos explicas as origens de todo o mal. Acontece que o actor é tão pouco convincente que dificilmente alguém o relaciona com o Hannibal Lecter de Anthony Hopkins. Nas alturas em que quer demonstrar erudição e distribuir cultura gratuíta, o Hannibal deste filme parece sofrer de graves crises de diarreia que tenta conter a todo o custo por não haver um WC por perto.
Resumindo: mantenham-se longe, please…
Resumindo: mantenham-se longe, please…
1 Comentário
Novembro 16, 2007 às 11:56 am
Caro amigo cinéfilo,
Deixo-te aqui um cumprimento pelo teu blog e quanto a esta crítica só posso dizer q estás a ser demasiado brando… mas gostei da expressão “ordinarisse bubble gum do cinema mainstream“! =)
Não sei pq continuam a querer fazer sequelas de filmes de culto… está provado que não resulta.
cumprimentos
Pedro
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